Dando uma olhada no Facebook, vi um tal de Mahicon Librelato, vi também que ele fez parte de uma época não tão boa do colorado, lendo a história dele e o desempenho dele, achei o cara merecedor de um simples gesto de reconhecimento, resolvi então compartilhar com vocês o histórico dele no site Wikipédia...
Mahicon Librelato começou ainda garoto no futsal, representando sua cidade ganhou vários campeonatos regionais, destaque no moleque bom de bola e também se destacando no estadual de sua categoria. Um fato curioso, é que em um campeonato regional muito disputado, Mahicon que havia se machucado jogos antes da final, precisaria de 10 gols para se sagrar artilheiro da competição, foi além marcando 11 gols e vendo a equipe de Orleans se sagrara campeã em cima da rival Forquilhinha por 12 x 1. Assim enchendo os olhos de seu treinador na época João Ribeiro (Dão), foi levado pelo tio Lussa Librelato para fazer testes no Criciuma. Ali ficou e foi campeão dos juniores no Campeonato Catarinense. Passou em medicina na UNISUL, mas o viu que o seu destino era os gramados. Então revelado pelo Criciúma. Foi artilheiro do Campeonato Catarinense com 19 gols e vice-campeão do estado. Ajudou o time a não cair para a Série C em 2001 ao marcar um gol, com ombro deslocado, contra o Sergipe. Ainda em 2001 foi convocado para seleção catarinense para disputar um jogo contra a seleção do Uruguai, participando com passe para o gol catarinense. Em 2002, foi contratado pelo Internacional. Mahicon marcou seu último gol pelo clube em uma vitória sobre o Paysandu por 2 a 0 em Belém, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2002, seu último jogo. A vitória salvou o clube do rebaixamento à Série B, o que o faz ser lembrado como ídolo pela torcida, além de seu carinho e identificação incomuns com o Internacional. Infelizmente dias depois veio a falecer.
Polêmicas
Curiosidade polemica é que seu primeiro gol pelo clube gaúcho foi contra seu ex-clube, na extinta competição Sul-Minas, Mahicon não comemorou em respeito ao Tigre porém foi criticado pelo técnico Cuca, do Criciúma, que discutiu com o jogador à beira do campo.
É possivel ouvir no Youtube entrevista de Mahicon Librelato rebatendo declarações do jogador Grafite então no Grêmio, em relação a Mahicon ter declarado torcer para o River Plate na Libertadores.
Outras Curiosidades
Mahicon foi o responsável pela maior transação comercial do futebol catarinense, os valores giraram em 850 mil na compra de 50% do passe, mais 4 jogadores do Internacional cedidos por empréstimo. Valores totais que giraram perto dos 5 milhões. Librelato havia assinado contrato de 5 anos com o clube gaúcho.
Apesar de boas atuações com a camisa do Inter, nas 13 primeiras partidas, Mahicon não havia disputado todo os 90 minutos, fato que se deve a teimosia do técnico Celso Roth.
Pelo Tigre marcou mais de 42 gols e pelo Colorado 10 todos em jogos oficiais.
Mahicon Librelato chegou a ser cotado para a Seleção Pré-Olimpíca que disputaria vaga em Atenas em 2003.
Mahicon também passou em teste no Figueirense, mas a saudade da família impediu que ele jogasse por lá.
Morte
Mahicon Preto Librelato morreu em 2002, após um acidente com o seu carro, uma Ford Ranger branca. Junto ao jogador estavam os amigos Rafael Brognoli Paladini, de 21 anos, e Rafael Senem, de 20 anos. Mahicon guiava seu carro pela avenida Beira Mar, em Florianópolis, quando, devido à chuva, derrapou, bateu em um poste de iluminação próximo à Ponte Hercílio Luz e caiu no mar. O carro estava submerso quando o atendimento médico chegou, porém, só foi possível reanimar os outros dois amigos, Mahicon Librelato morreu por parada cardiorrespiratória.[2]
O Internacional homenageou o jogador com luto de três dias. Nos dias de hoje, pode-se ver em dias de jogos no Estádio Beira-Rio uma faixa que diz "Librelato Vive".
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