quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Entre idas e vindas!

Nesse tempo que me ausentei, novamente....muitas noticias de futebol... muitas novidades e outras nem tanto. Uma por exemplo, o Inter ganhou mais um Grenal (adoroo).

Sabem, é complicado ser uma mulher do seculo XXI, trabalhamos, estudamos, cuidamos da casa, do benhê...ainda temos que ter nosso tempo para sermos menininhas e nos cuidarmos, temos também nossas manias, por exemplo eu nunca sei se escrevo ou estudo HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHA....meus professores não conhecem meu blog!!

Bom, voltei de novo...porém não sei até quando..

Para minhas amigas que leem um beijãoooo, e acreditem, tem gente que até lembra do meu Blog....





quinta-feira, 24 de julho de 2014

O retorno

No dicionario o retorno significa ato ou efeito de retornar; regresso, volta, reaparição. É o que está ocorrendo na nossa seleção, a reaparição de um técnico.

Reaparição é diferente de Renovação, acredito que um técnico não mude o "status atual" do futebol brasileiro.

Basta olharmos para o campeonato brasileiro, onde grande parte dos melhores jogadores, não vestem a amarelinha. Juntamos jogadores de varias partes do mundo, cada um com a característica do país onde atua.

Sem duvida, a batalha do Capitão Dunga, vai ser mais difícil do que proteger a Branca de Neve da bruxa má, além de estar sendo alvejado por inúmeras criticas vai ter que resgatar a honra do futebol brasileiro.

sábado, 19 de julho de 2014

Falta ídolos... falta quem sabe falar de futebol.

Ultimamente poucos nos dão alegrias dentro de campo, e para piorar, ainda temos que escutar um "bando de incompetentes" narrando e comentando.

Me desculpem, mas os caras, só fazem isso, erram jogadores, erram tudo, fazem comentários idiotas.

No mundo profissional, todos sabemos que temos que nos profissionalizar constantemente, acredito que não é aplicável na esportista.


Ano de Pelé e Garrincha - 1958 O inicio de tudo


Em dias de escassez de ídolos, nada melhor que lembrar títulos e o Rei.

Na época onde ídolo jogava futebol, Pelé e Garrincha fizeram história.


O primeiro título do Brasil e o surgimento do Rei

Pelé era apenas um garoto de 17 anos quase desconhecido quando chegou à Suécia, em 1958, para disputar a sexta Copa do Mundo da história. Mas a goleada por 5 x 2 sobre os donos da casa na final e uma atuação de gala ao lado de outro gênio, Garrincha, foram suficientes para dar início à mística que até hoje cerca aquele que depois foi chamado de “Atleta do Século”.
Após a frustração diante da própria torcida, em 1950, o Brasil enfim chegou ao título no Estádio Rasunda e se tornou o primeiro país a erguer a taça fora de seu continente. A Copa na Suécia também consagrou o atacante francês Just Fontaine, cujo recorde de gols (13 em seis jogos) permanece até hoje.
A maior novidade foi que o torneio teve cobertura televisiva internacional pela primeira vez. Três seleções estrearam em Copas do Mundo: União Soviética, País de Gales e Irlanda do Norte. Os dois últimos, ao lado de Inglaterra e Escócia, garantiram que os quatro selecionados britânicos disputassem juntos uma Copa do Mundo da FIFA pela primeira e única vez até hoje.
Os ingleses não foram muito longe e acabaram eliminados pelos soviéticos, embora tenham conseguido segurar o primeiro 0 x 0 da história das Copas, diante do Brasil. Já o País de Gales e a Irlanda do Norte venceram as partidas de desempate da primeira fase contra Hungria e Tchecoslováquia, respectivamente. Nas quartas de final, os galeses tiveram pela frente os brasileiros. Resultado: 1 x 0 para o time canarinho, com gol de Pelé, o primeiro dos 12 marcados por ele em quatro edições da Copa do Mundo.
A anfitriã Suécia permitira que jogadores profissionais atuassem pela seleção nacional e, assim, conseguiu fortalecer seu time, que, mesmo desacreditado, despachou os soviéticos e depois a Alemanha Ocidental para chegar à final.

Inovação tática

Sob o comando do técnico Vicente Feola, a seleção brasileira treinou forte por três meses e excursionou pela Europa antes de chegar à Suécia. A inovação tática do sistema 4-2-4 era uma aposta do treinador, mas o time só deslanchou a partir da última partida da fase de grupos, quando Pelé e Garrincha foram escalados: 2 x 0 na União Soviética.
Na semifinal, jogo duro entre França e Brasil. Vavá abriu o marcador e Fontaine empatou, mas os brasileiros foram para o intervalo em vantagem no marcador graças a um gol de Didi. No segundo tempo, a seleção brasileira aproveitou que os franceses ficaram com um homem a menos, por causa da lesão do zagueiro Bob Jonquet, e coube a Pelé a tarefa de definir a vitória. Ele marcou três gols e selou os 5 x 2.
Outra goleada viria na grande decisão. O Brasil entrou com camisas azuis, já que a Suécia jogava de amarelo. E foram os donos da casa que saíram na frente, logo aos 4 minutos, com gol de Liedholm.  Mas Vavá e Pelé marcaram dois gols cada e Zagallo fechou a conta. Com a simpatia dos suecos desde o começo do torneio, os brasileiros fizeram a festa no Estádio Rasunda, dando a volta olímpica com a bandeira da Suécia. O público também presenciou um nobre encontro: o rei sueco Gustavo Adolfo foi ao gramado felicitar os campeões do mundo, incluindo Pelé, que começava seu próprio reinado.




http://www.copa2014.gov.br/pt-br/torcedor/historia-das-copas/1958

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Boleiras de Saia: Lembrando o que não vi!!

Boleiras de Saia: Lembrando o que não vi!!: Antes mesmo da decepção deste ano, todos falavam do tal Maracanazo, eu não vi, só ouvi dizer!! Encontrei um site que nos conta como foi ...

Lembrando o que não vi!!

Antes mesmo da decepção deste ano, todos falavam do tal Maracanazo, eu não vi, só ouvi dizer!!
Encontrei um site que nos conta como foi a decepção da época,nos resta saber o que foi pior


Brasil sofre decepção do tamanho do Maracanã

Com a Europa se reerguendo da Segunda Guerra, coube ao Brasil a incumbência de retomar a rotina quadrienal das Copas do Mundo da FIFA, interrompida em 1942 e 1946 pelo conflito armado. Diante do desafio de receber o evento, o país resolveu entregar ao mundo o maior palco para a prática do futebol no planeta. É bem verdade que andaimes ainda eram vistos na estrutura do Maracanã durante jogos do Mundial, mas o templo do esporte passaria para a eternidade como o palco da maior tristeza esportiva já registrada em terras nacionais: a vitória, por 2 x 1, do Uruguai sobre o Brasil na partida decisiva. O evento ficou conhecido como Maracanazo.
Antes do capítulo épico assistido oficialmente por 174 mil torcedores no estádio do Rio de Janeiro, valem algumas observações sobre o torneio, que teve um quê de inusitado. Primeiro, pela quantidade de baixas. Treze seleções marcaram presença, mas houve desistências significativas, como Argentina e França. Os franceses alegaram ser impensável deslocamentos internos dentro do país de até 3,5 mil quilômetros entre um jogo e outro.
Já a Índia desistiu de enviar seu selecionado ao saber que seus atletas não poderia atuar descalços. A Inglaterra, por sua vez, estreou em mundiais de maneira melancólica. Perdeu as duas partidas que disputou, contra Estados Unidos e Espanha, e voltou mais cedo para casa. Outras duas qualificadas, Escócia e Turquia, também optaram por não enviar suas agremiações.
Os jogos da Copa de 1950 foram disputada em seis estádios: Ilha do Retiro (Recife), Independência (Belo Horizonte), Pacaembu (São Paulo), Durival de Brito (Curitiba), Eucaliptos (Porto Alegre) e Maracanã (Rio de Janeiro).
As 13 seleções se viram de frente com um regulamento pouco ortodoxo. Principalmente porque não houve final propriamente dita. Calhou de Uruguai e Brasil se enfrentarem na última rodada numa partida que valia o título, mas a fase decisiva, na verdade, era um quadrangular, que envolveu também Espanha e Suécia. O Brasil chegou ao duelo definitivo com histórico animador: goleadas por 7 x 1 sobre a Suécia e 6 x 1 sobre a Espanha. Os uruguaios tinham empatado em 2 x 2 com os espanhóis e batido os suecos por 3 x 2. Por isso, o Brasil jogou contra os rivais sul-americanos, campeões da primeira edição da Copa, em 1930, precisando apenas de um empate.   
Diante desse cenário, jornais anunciaram o título antes da hora e políticos afirmaram categoricamente que a taça era nossa. Diante de 174 mil pessoas no Maracanã, a profecia parecia ainda mais nítida quando, aos dois minutos do segundo tempo, Friaça abriu o marcador. A partida em que havia torcedores até no lustre, como costumava dizer o cronista Nelson Rodrigues, reservaria espaço, contudo, para o famoso Sobrenatural de Almeida, entidade também criada pelo famoso escritor. Juan Schiaffino e Alcides Ghiggia fizeram os gols que decretaram o bicampeonato da Celeste e uma fila de mais oito anos para aquele que viria a ser, um dia, o país do futebol.
O trauma com o resultado foi tanto que o uniforme branco, usado pelo Brasil na final, acabou aposentado. Fez-se um concurso para a escolha da nova vestimenta da seleção. O jornalista e estudante de Direito Aldyr Garcia Schlle, de 18 anos na época, foi o vencedor. Após testar diferentes combinações, ele chegou à conclusão de que o que representava a nacionalidade dos brasileiros era o verde e o amarelo (utilizados na camisa). O azul foi colocado no calção e o branco nas meias.

Tragédia e eliminação

Bicampeã mundial nas edições de 1934 e 1938, a Itália chegou ao Brasil extremamente desfalcada para defender os títulos. Vencedora dos Jogos Olímpicos de 1948, a Azzurra perdeu muitos de seus craques num acidente aéreo que matou 19 jogadores do Torino, uma das principais equipes italianas na época. Uma derrota para a Suécia na primeira fase, por 3 x 2, eliminou os campeões ainda na primeira fase. Numa partida apenas para cumprir tabelas, os italianos se despediram do torneio com uma vitória por 2 x 0 sobre o Paraguai.




http://www.copa2014.gov.br/pt-br/torcedor/historia-das-copas/1950

Que vença o melhor!







Está na hora então!!

Volta o brasileiro, volta o show das torcidas. Novos idolos, a volta de outros...gols sensacionais.
Cruzeiro defendendo o titulo e outros 19,querendo a taça.
Que prevaleça o melhor.

terça-feira, 15 de julho de 2014

E volta o brasileirão!!!

Depois de tantos jogos sensacionais, amanha é dia de brasileirão, mais uma maratona de jogos nos espera!!


Dia de revermos nosso idolos, muitos não nos deram nenhuma Copa do Mundo mas já nos deram tantos títulos neh!!!

O retorno para vermos quem é o melhor brasileiro neste ano, quem vai dar mais alegrias a sua torcida nesta temporada.

Depois da decepção que a seleção brasileira deixou vai pesar a camisa neste ano.
 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Fernandão!

Bom, como falar de um ídolo, talvez tenha uma ideia errada de ídolos, mas na minha humilde opinião, jogador sem titulo não é ídolo.

Falar o que do cara então.

Sem palavras.

ÍDOLO ETERNO.



Talvez não o melhor futebol..Mas quem??? Se não a Alemanha!!

Parando para pensar, não vi o futebol do Pelé, nem do Sócrates e nem do Garrincha. Eu vi o futebol do Rivaldo, do Ronaldo, do Ronaldinho Gaúcho e de outros.

Fomos 5 vezes campões do mundo, com bom futebol, com ÍDOLOS...(próximo assunto, agora é a Alemanha) e o que faltou esse ano??!! Bom futebol? Com certeza. Garra??Obvio. Faltou tudo. Mas o que mais faltou foi organização. Onde podemos ver que organização é preciso no futebol? Nos 7 x 1...amargos.

Sim, a Alemanha não teve futebol arte, não teve um só craque, eles não tem dependenciaNADA, os campeões do mundo tem 23 jogadores uma seleção compacta, organizada, amável..se um dia faltou o espirito brasileiro neles, neste ano teve de sobra ( poderiam ter doado isso a seleção brasileira).

Souberam jogar, foram humildes, sensatos, conquistaram a nação brasileira e a Copa do Mundo.

O futebol da organização, (as vezes mecânico, parece até automação industrial!! ) mostrou que para se ter craques é necessário organização.

Que possamos aprender com os erros, que nossos jogadores voltem a ser craques, que a camisa da seleção seja mais importante que o cabelo, mais importante que a cueca.

Que a vontade de dar alegrias para o pais prevaleça.

A meta agora, são as Olimpíadas no Brasil 2016.

Temos talento para sonhar com título??





Quase dois anos!

Nossa, depois de tanto ver a mulherada arrebentando nessa copa...Adivinha??? Bateu saudade de falar de futebol.
Deixei passar em branco tanta coisa, quase dois anos sem postar...E voltando pra falar de ídolos ou FALTA de ídolos, Títulos ou falta de títulos, futuro e passado...e ainda do presente. Afinal amanha volta o brasileirão (Que saudade!!!!) .

Pra começar...um dia pós Copa vou escrever sobre o que?!?! ALEMANHA