Venho acompanhando nas ultimas semanas o desenrolar do caso Oscar, o meia vem sendo impedido de trabalhar, afinal ser jogador de futebol é uma profissão, assim como qualquer outra.
Hoje não pretendo ver o lado dos clubes, mas analisar o lado do trabalhador.
Quem trabalha, já trabalhou ou pretende trabalhar, sabe ou imagina o quanto é bom, iniciar o dia e saber que passara o dia ou a maior parte dele em um ambiente de trabalho bom, agradável, com colegas que muitas vezes convivemos mais que namorados, pais e família.
Sabem o quanto isso é desejado pela população brasileira, hoje além de salário, um profissional procura também um ambiente de trabalho digno e que renda frutos, o principal fruto para um jogador de futebol., creio eu, é poder representar a seleção de seu país.
Além de não poder jogar, Oscar corre sérios riscos de ficar fora da seleção Olímpica, afinal estamos a menos de 100 dias das Olimpíadas de Londres, o que seria uma perda para o futebol brasileiro que busca um titulo inédito.
Já rendeu o que podia render, por que para Oscar a lei esta sendo diferente, quando pagamos uma multa rescisória de contrato, pagamos de acordo com o que recebemos naquele momento, e não de acordo com o que receberemos daqui a dois anos, se estou mais valorizada é por que cresci quando sai daquele ambiente e não ao contrario.
Espero, que quem julgue este caso, pense no trabalhador e não no clube do coração...
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